Festival de Teatro em Barbalha


Teve início no último sábado (24) o Festival de Teatro Barbalha Cênica no Centro de Barbalha .
O  Barbalha Cênica é um evento voltado para as artes Cênicas, surgiu no ano de 2000. O Grupo de Teatro Louco em Cena viu a importância de realizar este evento, com a proposta de fomentarmos o teatro, onde através da integração de grupos, artistas, e apreciadores, pudessem ter o fortalecimento das expressões teatrais dentro da comunidade e região; podendo assim surgir novos talentos e novas plateias para a produção teatral.
Esta iniciativa começou com uma exposição de fotografia e apresentações de esquetes nas praças publicas da cidade de Barbalha, hoje contamos com varias oficinas de teatro e a cada evento tem se percebido o crescimento do Barbalha Cênica, contamos hoje com oficinas de iniciação ao teatro, perna de pau, teatro de boneco, noções de direção teatral, maquilagem cênica, como também a realização de um cortejo e apresentações de espetáculos teatrais.

Confira o que ainda está por vir:
Quarta Feira dia 28/11/2012:         
O Barquinho            
Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: Livre
Grupo Centauro de Teatro
 Quintal do Mundo   
Praça Filgueira Sampaio (antigo Calçadão)
Horário: 20h / Classificação: Livre

Quinta Feira dia 29/11/2012           
O Menino Fotógrafo           
Local: Alternativo
Horário: 20h / Classificação: 12 anos
Grupo: Ninho de Teatro – Crato-CE
Engenharia Cênica – Barbalha-CE
 Retrato de Mulher
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: 16 anos
Grupo: Dakini Cia. de Dança e Teatro – Juazeiro do Norte-CE

Sexta Feira dia 30/11/2012:
Amor Sublime
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 15h / Classificação: Livre
Grupo: Escola Moreira de Sousa – Juazeiro do Norte-CE
 Pingado de Nós
Local: Secretaria de Cultura
Horário: 20h / Classificação: 16 anos
Grupo: Produção independente (Joaquina Carlos)
 O Hospede               
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: 16 anos
Grupo: Mandacaru de Artes Eventos – Juazeiro do Norte-CE

Sábado dia 01/12/2012:
Retalhos de Minha Terra        
Local: Praça Santa Terezinha (Prefeitura de Barbalha)
Horário: 9h / Classificação: Livre
Grupo: Teatro Louco em Cena – Barbalha-CE
 Cortejo Teatral (Ruas da cidade de Barbalha)
Horário: 15h / Local: Concentração – Praça da Estação
 A Megera Domada       
Local: Secretaria de Cultura e Turismo de Barbalha
Horário: 19h / Classificação: Livre
Grupo: Cia. Cícera de Experimentos Cênicos– Juazeiro do Norte
 Quando as Galinhas Gemem
Local: Secretaria de Cultura
Horário: 20h / Classificação: 16 anos
Direção: Rafael Barbosa
 Roteiros Poéticos                     
Local: Praça Filgueira Sampaio (antigo Calçadão)
Horário: 22h / Classificação: Livre
Grupo: Roteiros Poéticos – Juazeiro do Norte-CE
Barbalha Online

Fonte:http://www.crato.org/chapadadoararipe/2012/11/28/festival-de-teatro-teve-inicio-esta-semana-em-barbalha-confira-programacao/


Inovação...


Valorar, Ousar e Entusiasmar: Voe com a Cultura da Inovação



Na atualidade, não é importante saber mais que o outro faz, mas o que pode ser feito com o que se sabe e quais as consequências dos projetos. Na era da inovação, saber fazer as perguntas corretas com crítica e referenciar qual é a resolução do problema com a solução criada são práticas essenciais para trazer o novo para a sociedade.

O que é criado tem de ser mostrado para os pares para que exista a validação. Poucas são as redes internacionais de pesquisa formal e estão, principalmente, nas áreas de maior investimento de universidades / corporações. As demais áreas, para que exista a inovação, as pessoas usam a agilidade e a adaptabilidade na comunicação ou interação com iniciativas empreendedoras.


Para que exista a inovação é necessário que se tenha um resultado feito por uma ou mais pessoas. Como o fruto do trabalho é visto e como se faz a apresentação emerge a diferença. Inovar não está relacionado somente com o processo, mas com o modo de expor o resultado do trabalho e como a reputação da pessoa ou pessoas está na sociedade em relação ao tema que é tratado.

Oportunidade é uma palavra que jamais pode deixar de existir para a inovação. É a possibilidade de uso ou de mudança de um paradigma existente que valoriza ações que se mobilizam para trazer o novo para as mídias com o investimento pessoal ou de corporações. A postura pessoal do inovador é a paixão por perseguir a vida com entusiasmo.

Não existem segredos, mas possibilidades de ênfase para que ocorra a inovação. Intensificar os diálogos acerca de como criar o melhor clima para a concepção da ideia, centrar esforços em projetos conjuntos nas áreas de interesse, desenvolver espaços físicos e virtuais para facilitar a execução das ações e buscar financiamento para a continuidade do desenvolvimento e para a distribuição são modos de viabilizar a inovação.

Adaptar estratégias é uma tarefa de quem sabe inovar. Nesse procedimento está a antecipação do futuro com informações, com visão de negócio e com a criação de redes de contato e de interesse. A análise do projeto tem de ser de modo crítico com o olhar para os problemas e para as causas e com o desafio de crenças. Evitar a manipulação de dados e os pré-julgamentos.

A interpretação do mundo com a organização de informações de fontes diferentes para consolidar o conceito precisa da busca de padrões em diversos projetos. Encorajar os stakeholders para criticar e testar as premissas e as hipóteses. A decisão é tarefa do líder do projeto e são necessários os equilíbrios entre a velocidade das informações e das críticas com o rigor que prevê a qualidade, a agilidade e a efetividade para a sociedade. Perfeição não existe na inovação, pois as pessoas tendem a crítica.




Um pouco sobre o Cordel


No último dia 19 foi comemorado o dia do Cordel. E nada mais justo que dedicarmos esse espaço para o conhecermos um pouco mais.

A literatura de cordel é um gênero literário popular, geralmente composto por rimas, conhecido também como folheto, devido ao formato impresso que adquiriu.
O marco do folheto se deu na época do Renascimento, quando os relatos orais passaram a serem impressos. Porém, acredita-se que muito antes disso os cordéis já existiam, sendo oriundos dos conquistadores greco-romanos, saxões e outros.
Chegando à Península Ibérica por volta do século XVI, os cordéis ganharam fôlego com o trovadorismo, primeiro movimento literário da língua portuguesa, onde as poesias eram cantadas em cantigas. Muitos dos cordéis são cantados ainda hoje, aproximando-se dos repentes – apesar de muitos desses serem improvisados, como o rap.
Chegando a Portugal, o cordel ganhou esse nome devido à forma como ele era comercializado, pois os folhetos ficavam expostos pendurados em barbantes ou cordas. E daí, não é muito difícil de imaginar como o cordel chegou ao Brasil.
Vindo com os colonizadores portugueses, o cordel começou a se espalhar pelas áreas colonizadas e acabaram criando raízes no nordeste brasileiro, que por muito tempo sediou a capital, Salvador.
Segundo alguns pesquisadores, até por volta de 1750 o cordel era conhecido como poesia popular e era transmitido de forma oral. Um dos primeiros cordelistas brasileiros que se tem notícia é Leandro Gomes de Barros.
Paraibano, Leandro teria sido o primeiro a publicar os folhetos rimados, sendo considerado ainda hoje o maior poeta de literatura de cordel, tendo publicado cerca de mil folhetos. E é também em sua homenagem que hoje, dia 19 de novembro, é considerado o dia do cordelista, afinal, ele nasceu em 19 de novembro de 1865, em Pombal.


O cordel é uma forma de narrar uma história tomando por base versos. Os temas abordados podem ser os mais variados, indo desde uma crítica social a uma dor de amor, sem deixar de lado a diversão, quase sempre presente. Quase sempre encontramos alguns recursos comuns, como a descrição do personagem em cena e monólogos sobre o tema a ser trabalhado, que costuma envolver algum problema que o herói deve resolver com astúcia e inteligência.
Mas não é qualquer poesia que pode ser considerada um cordel. Nem mesmo o modo como é impressa. Para ser um cordel, o texto precisa seguir algumas regras bem específicas no que tange à métrica.
Resumidamente, a métrica pode ser: quadra (estrofe de quatro versos com sete sílabas cada, hoje em desuso pelos cordelistas); sextilha (seis versos de sete sílabas, sendo a mais conhecida); septilha (sete versos, mais difícil de ser encontrada); oitava (oito versos de sete sílabas, ou duas quadras); décima (dez versos de dez ou sete sílabas); e martelo (estrofe de decassílabos, mais usadas em versos heroicos ou satíricos).


Além das rimas, o cordel também é conhecido pelas suas xilogravuras, feitas a partir de uma técnica de gravura onde a madeira talhada se torna matriz do que se pretende imprimir. Mas engana-se quem acha que só é cordel o folheto que traz uma xilogravura em sua capa. No texto de Izaias Gomes de Assis, ele discute alguns mitos sobre os cordéis, inclusive este. Segundo Izaias, a xilogravura é apenas um dos meios de se ilustrar o cordel, tornando-se popular a partir de 1940, sendo comum que os primeiros impressos não tivessem nenhuma ilustração, ou até mesmo que usasse fotografias.
O cordel é tão importante na literatura, que desde 1988 existe a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, sediada no Rio de Janeiro. No site da Associação vocês podem procurar mais informações sobre grandes cordelistas e ler alguns cordéis digitalizados.
Ainda sobre o tema, a Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida, situada em Campina Grande (PB) e de responsabilidade da Universidade Estadual da Paraíba, tem o maior acervo de cordéis do país, com mais de 10 mil títulos, com o catálogo disponível online.

Fonte: http://www.coletivocult.com/e-no-dia-do-cordelista-um-pouco-sobre-o-cordel/

Rei do Baião em pauta.



Entre os dias 21 e 23 de novembro, acontece, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, o III Simpósio Mídia Nordeste. Com o tema "100 anos de Luiz Gonzaga: a cultura do Nordeste na Mídia", a conferência adota, desta vez, a música como eixo norteador das discussões, refletindo a relação entre a cultura nordestina e a mídia.


"O centenário de Luiz Gonzaga é um modo de inspirar o Simpósio. Realizamos este evento a cada dois anos e procuramos sempre relacioná-lo com uma efeméride a fim de atualizar os debates. Como já trabalhamos imprensa e televisão, resolvemos, desta vez, promover um diálogo com a música", afirma a professora Elisabete Jaguaribe, uma das organizadoras.


Segundo Jaguaribe, o objetivo do ciclo de debates é fugir do discurso reducionista da dificuldade de diálogo entre a cultura popular e a mídia; e pensar em como uma música popular do Nordeste conseguiu romper uma indústria cultural estabelecida pelo sudeste e sul.

Construção


A palestra de abertura fica a cargo de José Miguel Wisnik, doutor em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo e músico, com quatro discos gravados. O tema de Wisnik será "Luiz Gonzaga e a construção da canção de massas", a partir das 19 horas, no auditório do Centro Dragão do Mar.

Segundo o pesquisador, o convite para a elaboração de um projeto em Recife sobre Luiz Gonzaga o aproximou do tema e da música nordestina. Para ele, o Rei do Baião pertence a uma seleção de artistas que traduziram uma música popular, anônima e coletiva para uma música de massa. "Havia, até então, um repertório que não era de ninguém e, com a chegada do gramofone, alguns artistas se apropriaram dele e o traduziram para um formato de canção que se tornava, a partir dali, mercadoria. Como Dorival Caymmi com os temas praianos", afirma Wisnik.

Há, por isso, quem tenha criticado a figura de Luiz Gonzaga, acusando-o de expor uma realidade copiada e não autêntica, mas Wisnik discorda. "Não penso assim. Acho que, há, sim, uma parcela de criação e não só de apropriação. Por exemplo, há quem acredite que o trio de sanfona, zabumba e triângulo já existia antes de Gonzaga, mas não. Essa formação foi uma criação dele. Por outro lado, ´Asa Branca´ não é total criação dele e de Humberto Teixeira. Já existia um esboço daquela melodia que era popular e anônima, que por tradição já se tocava, e eles criaram a letra, tematizaram", explica.



Mais informações:
III Simpósio Mídia Nordeste. "100 anos de Luiz Gonzaga: a música popular nordestina no cenário da indústria cultural".
De 21 a 23 de novembro. No Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar (Rua Dragão do Mar, 81). Contato: (85) 3488.8600 




Agende-se




Nos dias 12 e 13 de novembro, o Sesc realiza 
o Seminário A Reinvenção do Nordeste IV, 
com o tema “Força da economia e força da cultura”. 
O encontro acontece a partir das 9h, 
no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.
 Interessados devem se inscrever no ato do credenciamento. 



 A programação é gratuita e destinada a artistas, produtores culturais, representantes de instituições governamentais e não-governamentais e ao público em geral.

A iniciativa, que faz parte da 14ª Mostra Sesc Cariri de Culturas, tem por objetivo debater sobre a arte, a cultura e o desenvolvimento nas novas metrópoles do sertão nordestino e nas cidades globais do litoral, problematizando as produções artísticas e culturais do Nordeste nos dias atuais. A programação acontece durante dois dias, com duas conferências e cinco mesas redondas.
Os debates reúnem professores, teóricos, gestores e artistas que atuam no campo da cultura e do pensamento. Serão pautas do encontro: Crescimento econômico no sertão do Brasil; Desenvolvimento econômico e fortalecimento da cultura; Economia e mercado da cultura; Novas Metrópoles do Sertão; Cidades brasileiras do sertão; Cultura e desenvolvimento das cidades; e Processos de produção cultural no Nordeste brasileiro. A expectativa é de que cerca de 200 pessoas participem do seminário.

PROGRAMAÇÃO Seminário A Reinvenção do Nordeste IV
(Programação sujeita a alterações)
12/11
9h - Conferência
Crescimento econômico e Cultura no sertão do Brasil
Adriano Sarquis (Ipece)
Silvana Lumachi Meireles (Fundaj)
Debatedor: Antonio Alberto Teixeira (UFC)
Mediação: Álvaro Salmito (SESC)
11h - Mesa 1Desenvolvimento econômico e fortalecimento da cultura
Luís Henrique Romani (Fundaj)
Tibico Brasil (BNB)
Danilo Miranda (SESC/SP)
Profa. Francisca Laudeci Martins (URCA)
Mediação: Rosemberg Cariry (cineasta)
14h – Mesa 2Economia e mercado da cultura
Antonio Albino Canelas Rubim (UFBA/Secretaria de Cultura da Bahia)
Paulo Linhares (Secretaria de Cultura do Ceará)
Maria Lourdes de Araújo (URCA)
Mediação: Tiago Coutinho Parente (UFC)
16h - Mesa 3Novas Metrópoles do Sertão
Prefeitos de Mossoró, Campina Grande, Imperatriz, Caruaru e
Juazeiro do Norte.
Mediação: Luís Celestino de França Jr. (UFC)
13/11
9h - Conferência
Cidades brasileiras do sertão.
Fausto Nilo (Arquiteto e urbanista)
Mediação: Élcio Batista (UFC)
11h - Mesa 4Cultura e desenvolvimento das cidades.
Jawdat Abul ElHaj (UFC)
Diatahy Bezerra de Menezes (UFC)
Josier Ferreira da Silva (URCA)
Mediação: Suely Salgueiro Chacon (UFC)
14h - Mesa 5Processos de produção cultural no Nordeste brasileiro.
Paulo Leitão (SESC)
Ronaldo Correia de Brito (escritor)
Mediação: Roberto Marques (URCA)
19h - EncerramentoAULA SHOW: SETE VIDAS DA CANÇÃO
Local: Universidade Federal do Ceará UFC
Grupo Mínima Música (UFBA):
Monclar Valverde - voz, piano, sax e composições
Tiago Medeiros – baixo, violão e piano
Gum Bastos – bateria
Mediação: Professora Cecília de Araújo Ferreira Freitas (URCA

SERVIÇO
Local: Memorial Padre Cícero - Juazeiro do Norte 
Datas: 12 e 13/11
Horário: a partir das 9h
- As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no ato do credenciamento.
:::Gratuito:::