Agentes de Leitura do Ceará - 2014

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), lançou na terça-feira (03) o edital de seleção pública para o projeto "Agentes de Leitura do Ceará - 2014". O edital no valor de R$ 1.270.000,00, oriundos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop), vai selecionar 280 jovens e adultos com habilidades mediadores da leitura, que atuarão no âmbito de suas comunidades junto a cerca de 7 mil famílias participantes do Programa Bolsa Família.

Os selecionados receberão uma bolsa de complementação de renda com valores que variam de R$ 400,00/mês a 1.800,00/mês, além de um kit de bicicleta, bolsa e acervo bibliográfico. As inscrições estão abertas de 04 a 9 de dezembro, para pessoas físicas, com ensino médio concluído, na faixa etária de 18 a 29 anos, residentes em um dos municípios contemplados pelo projeto Agente de Leitura do Ceará.

O secretário da Cultura, Paulo Mamede, destaca que está é uma política do Governo do Estado, por meio da Secult, de democratização do acesso ao livro, como uma ação de inclusão social e desenvolvimento humano. "O Estado tem o compromisso de diminuir as distâncias e, no caso do livro, isso se dá pela formação de um público leitor".

O processo de seleção do Edital consiste em três fases. Na primeira, será feita a análise da documentação; na segunda, a avaliação de conhecimento; e, por fim, a análise de currículo e entrevistas para averiguar a experiência e qualificação do candidato.

Municípios

De acordo com a coordenadora de Política do Livro e da Leitura, Concy Beserra, em 2014 serão contemplados 52 municípios selecionados pelo próprio Fecop. com base nos critérios técnicos (IFAL - Índice de Focalização dos Agentes de Leitura) definidos pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica (Ipece). Estão selecionados para esta edição os municípios de: Cariri/Centro Sul: Abaiara, Altaneira, Antonina do Norte, Assaré, Caririaçu, Farias Brito, Mauriti, Potengi, Saboeiro, Salitre, Santana do Cariri, Tarrafas e Porteiras; Centro Sul e Vale do Salgado: Acopiara, Cariús e Quixelô; Sertão Central: Boa Viagem, Deputado Irapuan Pinheiro, Milhã, Choró, Ibicuitinga, Ibaretama, Itatira e Pedra Branca; Litoral Oeste: Chaval, Granja, Martinópole, Miraíma, Morrinhos, Uruoca; Inhamuns: Catunda, Parambu, Ararendá, Independência, Ipaporanga, Aiuaba, Poranga, Novo Oriente, Quiterianópolis, Tamboril; Vale do Jaguaribe/Litoral Leste: Jaguaretama, Potiretama; Sobral/Ibiapaba: Cariré, Croatá, Senador Sá, Mucambo, Viçosa do Ceará, Reriutaba, Santana do Acaraú; Região Baturité: Itapiúna; Região Metropolitana Caucaia e São Gonçalo do Amarante.

Bolsas

Bolsa Agentes de Leitura - 280(duzentas e oitenta) bolsas destinadas aos Agentes de Leitura selecionados que atuarão como mediadores de leitura, junto a 25 (vinte e cinco) famílias, para cada bolsista, de sua comunidade e devidamente inscritas no Cadastro Único do Governo Federal.

b) Bolsa Agentes de Leitura Articuladores - 10 (dez) bolsas destinadas aos Agentes de Leitura Articuladores selecionados, que atuarão como co-coordenadores das atividades dos Agentes de Leitura supracitados, assim como também apoiar os representantes municipais do Projeto, nos termos deste Edital, sendo-lhe atribuída a atuação junto às 7.000 (sete mil) famílias e 280 agentes.

c) Bolsa Agente de Leitura Formador - 01 (uma) bolsa destinada ao Agente de Leitura Formador para planejamento e acompanhamento das atividades e dos indicadores de resultados do projeto Agente de Leitura.

d) Bolsa Agentes de Leitura Coordenador - 01 (uma) bolsa destinada ao agente de Leitura Coordenador para o exercício da coordenação técnica do Projeto Agentes de Leitura.

Projeto

O Projeto Agentes de Leitura do Ceará, pioneiro no Brasil, é, originalmente, uma ação da Secretaria de Cultura do Estado/Secult, junto ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza/Fecop, que, desde 2006, vem promovendo a democratização do acesso ao livro e à leitura por meio de atividades mediadoras ancoradas em acervos bibliográficos que, posteriormente, são integrados ao acervo das bibliotecas públicas municipais e/ou comunitárias.

De acordo com aferição, coordenada pela Secult, por meio de aplicação de testes de proficiência leitora, foi registrado um aumento de 44% da compreensibilidade do material lido em relação ao início do projeto, que tem duração média de 10 meses. O Projeto Agentes de Leitura já atua em 43 municípios cearenses, e beneficiou 927 comunidades, realizando o empréstimo de 43.892 livros.


04.12.2013
Assessoria de Comunicação Secult
Dalwton Moura / Sonara Capaverde ( imprensa@secult.ce.gov.br / 85 3101.6761)

Programa Pontos de Memória realiza oficina de Inventário Participativo



Representantes do Museu Indígena Kanindé e do Museu Comunitário Serra do Evaristo participam nos dias 5 e 7 de dezembro da Oficina de Inventário Participativo, ministrada pelo consultor do Programa Pontos de Memória João Paulo Vieira.
A oficina será organizada em 2 etapas complementares cujos objetivos intentam a construção coletiva de habilidades relacionadas à prática da pesquisa em história local e produção de inventários colaborativos das referências culturais locais. A apropriação e utilização de ferramentas e procedimentos de identificação, registro e difusão do patrimônio, por meio da realização de ações educativas que priorizam a experiência e vivência dos envolvidos no processo de inventariação.
Data da primeira etapa da oficina: 06 e 07 de dezembro
Local: Museu Comunitário da Serra do Evaristo
Parcerias: Programa Pontos de Memória / Ibram;  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional / IPHAN; Rede Cearense de Museus Comunitários / RCMC; Museu Indígena Kanindé e Museu Comunitário da Serra do Evaristo.
Informações: museuscomunitarios@gmail.com

Manari Pra Nunca Mais Esquecer


“Manari, pra nunca mais esquecer” é um filme pitoresco. Nostálgico e feliz. Ronda a história de uma cidadezinha pequena do interior de Pernambuco que em 2000 sofreu um baque. Num ranking de dados da Organização das Nações Unidas, a cidade ocupou a última posição em qualidade de vida no país, com IDH de 0,478. A partir desse quadro, a jornalista Valéria Fagundes, moradora da cidade na época, percebeu que “talvez o que é essencial para o povo de Manari não era importante para a ONU”. 
Valéria uniu a arte com a proposta de questionar. O IDH era o mais baixo, mas a população ainda assim mantinha viva a esperança na cidade, e além de tudo sua felicidade em ali residir. Quando o município foi apontado por tabelas como o pior para se viver no Brasil (atualmente a cidade está 12 posições melhores e teve um avanço educacional de 140% nos últimos dez anos), os moradores não concordaram não. É bom de se viver em Manari. Como mostra o filme, os casais sorriem ao som da Mazuca,  uma dança folclórica da região derivada da Mazurca europeia. Tem futebol, praça e feira de agricultura. E tem muita gente e muita história para mostrar que além de dados existe o sentimento de pertencimento.
A revista o Viés entrevistou Valéria Fagundes, idealizadora e diretora do documentário. “A ideia de produzir esse filme partiu justamente do desejo  de mostrar o outro lado da história que a ONU e a mídia não mostraram. Quis resgatar um pouco da alegria que nos foi roubada com a repercussão das pesquisas. Depois da exibição [ocorrida na cidade, para os moradores] tive certeza que esse objetivo foi alcançado”, resume Valeria sobre a intenção de filmar a vida do sertanejo. Aos 15, Valéria liderou o Fórum Social Municipal da Juventude de Manari. Já esteve do outro lado da câmera sendo personagem do documentário “Pro Dia Nascer Feliz”, do diretor João Jardim. “Manari, pra nunca mais esquecer”, foi financiado com recursos da Fundação do Patrimônio Histórico e Cultural de Pernambuco – FUNDARPE e deve ser reproduzido, ainda sem data marcada, na TV Universitária do Recife. Para o público em geral, resta aguardar.
“Todo mundo que assistiu gostou e pela primeira vez o povo sentiu orgulho de ver sua história contada através de uma perspectiva histórica , política , cultural e social”
: revista o Viés: Com tantas histórias simpáticas e tantas personagens cativantes, com certeza alguma boa narrativa teve que ficar de fora. Como vocês organizaram as sequências, havia um roteiro pré-determinado?
Valéria Fagundes (VF): A ideia inicial era produzir um curta metragem e na verdade a verba que conseguimos mal dava para fazer um filme de 20 e poucos minutos. Mas quando iniciei o processo de pesquisa percebi que a história da cidade e do povo era muito maior do que eu havia imaginado. Então o roteiro ganhou mais dimensão e as poucos a narrativa foi ganhando vida. Houve uma preocupação de contar a história da cidade desde o surgimento até os dias atuais, todavia, as sequências foram pensadas  e organizadas dessa forma.
 : Como vocês procuraram e encontraram as personagens da história?
(VF): Eu conheço praticamente todas os moradores da cidade e desde criança sempre gostei de ouvir histórias e conversar com pessoas idosas, então foi fácil identificar os personagens e foi fácil também encontrá-los, já que todos moram/moravam na área urbana ou rural, e a cidade é pequena.
: O filme, além de contar uma bela história, teve uma produção técnica de nível profissional. Como se formou a equipe? Eram muitas pessoas?
(VF): A equipe era pequena: Eu e meu amigo Pedro Luna estivemos à frente de todo o processo de produção e finalização, além de Flávio Gusmão, que fez a direção de fotografia , Luara Dal Chiavon e Lucas Caminha, que fizeram o som direto, e  Walter Klecius, que nos ajudou na montagem.
: Talvez não com esta intenção, “Manari”, o filme, é interessante por também exercer uma função que vai além da história da cidade: o filme é um documento sobre a última década no Brasil, onde a população antes desprovida de políticas públicas agora goza de um pouco mais de dignidade e direito. Vocês imaginavam ser uma amostra da grande maioria brasileira durante os últimos anos?
 (VF): Acho que nós não tínhamos dimensão de que Manari passaria a ser conhecida nacionalmente. Há dez anos a cidade sequer existia no mapa e era só mais um entre tantos brasis esquecidos e jogados a própria sorte. Não dava pra imaginar que nossa história viria a servir como comparativo e principalmente como espelho. Ora refletíamos o descaso  de um país que negava ao seu povo condições humanas de sobrevivência e depois passamos a refletir as mudanças sociais e econômicas que mudaram o destinos de muitos brasileiros .Hoje em dia, nós representamos  uma parcela da população que saiu da extrema pobreza e entendeu que a comida no prato é necessária, a comida de qualidade na mesa é essencial . Mas é preciso também saciar  a fome de justiça e a sede de dignidade humana. Manari representa um recorte da sociedade que passou a ser vista pelo governo e pelas instituições não governamentais e que  aos poucos , está  modificando a realidade  e ajudando a escrever uma nova história.
: Manari mudou de posição no último Censo. Como foi a participação da população da cidade nas mudanças que fizeram a cidade subir 12 posições?
(VF): Acredito que hoje em dia as pessoas são mais envolvidas com as questões sociais do município, os jovens são mais atuantes, as crianças frequentam a escola mesmo que seja por uma imposição do Bolsa Família, os professores são graduados e pós graduados.
: Tu usaste da arte para mostrar outro viés sobre tua própria cidade, que aparecia pejorativamente nos noticiários, e demonstraste que números e gráficos desconhecem pessoas, histórias e sentimentos. Enquanto a ONU dizia uma coisa, tu filmavas para dizer “somos mais do que isso”.  Tu acreditas que tenha alcançado com o filme o anseio de contrapor dados com histórias?
 (VF): Eu acredito nas coisas  que eu vivi, nas histórias que escutei e na verdade de cada um. Se os moradores que eu entrevistei disseram que gostam de morar na cidade eu não tenho direito de dizer que a cidade é ruim.Se eles decidiram continuar morando lá, apesar das dificuldades, deve existir algo muito especial  que as pesquisas não conseguem mostrar.Acho que o filme traz um pouco desse universo particular, um pouco desse orgulho de ser sertanejo e de aprender a conviver com pouco dinheiro e muita solidariedade . Talvez o que é essencial para o povo de Manari não é importante para a ONU.


Museu da Pessoa lança a campanha, Cidadania é Ouvir o Outro.



A partir desta segunda-feira, dia 25 de novembro, o Museu da Pessoa lança a campanha de mobilização online “Cidadania é Ouvir o Outro”, com o objetivo de despertar o interesse em ouvir histórias de vida transformadoras. A campanha conta com recortes de vídeos e imagens do próprio acervo de histórias de vida do Museu da Pessoa, que humanizam a concepção que criamos do "outro".

As associações e instituições Programas Jovens Urbanos, C.R.I.A, Alquimídia, Pontão Ganesha, Cenpec, Cipó, Fábrica do Futuro, Guaimbê, Nossa Tribo, PRECE, Secretaria Nacional da Juventude, Ashoka e Nina Griô, parceiras do Museu da Pessoa, também apoiarão a causa, divulgando e compartilhando conteúdos que destaquem a importância de ouvir o outro.


NATIVUS

Pessoal, só lembrando que as inscrições para o Nativus se encerrarão dia 21/10 (segunda-feira). Quem ainda não fez sua inscrição é só se dirigir ao Nepocs que fica na sala 74 do bloco E na parte superior, para garantir sua vaga. Contamos com a sua presença!


Entrevistas do Projeto Tantas Histórias

Depois dos momentos de aprendizado vivenciados durante o período das oficinas, partimos de câmeras nas mãos para captar algumas histórias de pessoas aqui do nosso lugar. Pessoas que tão bem nos receberam e nos dedicaram um pouco do seu tempo, para nos contar sua história. Resgatando memórias da infância, adolescência, dos erros, acertos, dos momentos desagradáveis que sempre existem na vida de cada um, mas não esquecendo dos momentos de superação das dificuldades, os quais nos dá um animo novo para continuar em frente.
Nesta fase do projeto as crianças se revezam nas atividades. Um entrevista, outro tira fotos e outro filma.
E aqui estão alguns dos entrevistados.
 Profª: Edenia.
















Seu Oziel.


Ruy Castro.









Helena Maria.

 





Oficinas do Projeto Tantas Histórias

Nas semanas que se passaram realizamos várias atividades do Projeto Tantas Histórias. Apesar da correria a experiencia foi muito válida, pois a maior recompensa é poder ver o sorriso largo na boca das crianças felizes por estarem aprendendo como fotografar, filmar, como entrevistar, buscando compreender um pouco sobre memória e também aprendendo o significado de empreendedorismo essa palavra nova e as vezes meio difícil de ser pronunciada por eles.
E para mostrar um pouco das nossas aventura compartilho aqui algumas fotos. Esta atividade fez parte da primeira oficina que foi de fotografia digital ministrada pela professora Waleska (Wal).


Aprendendo a fazer a câmera escura.


Falando de empreendedorismo, memória e abordando um pouco sobre entrevista.


Aprendendo um pouco sobre memória e empreendedorismo com a professora Liana.


Entrevistando Paulo Ernesto.

E na última oficina passeamos pelo universo dos videos. Quem nos acompanhou tão gentilmente nesta etapa foi Hélio Filho (Helinho).




Quem estiver curioso para ver mais fotos das atividades desenvolvidas durante as oficinas do Projeto Tantas Histórias é só visitar o nosso álbum de família.


Oficina de Fotografia Digital - Projeto Tantas Histórias


Durante esta primeira semana de atividades está sendo realizada a primeira oficina do projeto a oficina de fotografia digital com os alunos da Escola Pública Tabelião Vicente Pereira.

Tantas Histórias: memória dos saberes, fazeres e caminhos da cultura e do empreendedorismo na Região do Cariri.


Tantas histórias é um projeto que busca preservar a história e memória de empreendedores de juazeiro do norte, histórias estas que serão buscadas por crianças e contadas para o grande público através do olhar destas.
 
A história e a memória dos empreendedores locais, o saber e o fazer deste grupo é um patrimônio que deve ser parte integrante do momento presente, pois a história dos lugares sempre se mistura com as histórias, memórias e acontecimentos das pessoas que vivem nesse lugar, sendo, portanto, relevante uma ação educativa que ensina jovens sobre cultura e memória e os instiga a conviver e compreender as influências destes empreendedores no cotidiano de quem vive aqui.
 
A memória contribui para a construção da identidade porque nos possibilita elaborar os conceitos de si e de nós em oposição ao conceito de outro(s). Conhecer a experiência da comunidade proporciona aos mais novos o acesso a um passado comum, construído pelas histórias dos que chegaram antes, presenciaram e participaram de mudanças. Compartilhar essas experiências leva-os a integrar o narrado à sua própria memória, já que as nossas memórias constituem o amálgama das memórias daqueles com quem nos relacionamos. É na articulação desses fios da memória que se tecem as memórias coletivas das comunidades. Ao se criar para os jovens a oportunidade de conectar a sua experiência à experiência dos mais velhos, refaz-se o fio da memória e se fortalece o sentido de identidade.
 
Nisto reside o maior desafio deste projeto, ao mesmo tempo, que o torna relevante: formar novas gerações com um sentimento de pertença, através da história e da memória de outros cidadãos que marcam seu tempo; aguçar olhos e ouvidos para outras realidades e promover uma via que permita que a história local seja apropriada e reinventada, contada e recontada, por jovens cidadãos que construirão conhecimentos a partir de trocas e convivências; percorrer os espaços da cidade com um olhar humano e sensível, construindo narrativas, que serão publicadas em registros audiovisuais, difundidas em rodas de conversa, contando histórias de um povo empreendedor, o que permitirá a afirmação de identidades culturais.

Empreendedorismo!

Como este é um tema que está cada vez mais em evidência, resolvi deixar aqui uma dica de pessoa empreendedora que vale a pena conhecer a história e seguir como exemplo.

Ela é Bel Pesce, uma jovem empreendedora que não desistiu nas primeiras dificuldades que apareceram pela sua frente e aos 18 anos estava cursando engenharia no MIT (Massachusetts Institute of Technology) nos Estados Unidos. A partir de então trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsche Bank e hoje tem sua própria empresa.
Através do link abaixo você vai encontrar para download o livro A menina do Vale escrito pela Bel. No livro ela fala de empreendedorismo, do trabalho em equipe e outros temas interessantes para quem quer empreender.


Para quem quiser conhecer melhor um pouco da sua história confira a entrevista que ela deu ao João Dória  Jr. no programa Show Business.




Rubem Alves, O Professor de Espantos





"Até que ponto estamos dispostos a abandonar tudo o que conquistamos para viver novas experiências? E até onde conseguimos ir quando o caminho exige priorizar coisas tão esquecidas no mundo atual como a beleza, a poesia, a arte e a capacidade de aprender com olhos de criança? Para o escritor, educador, teólogo e psicanalista Rubem Alves, transpor esses limites é um desafio que se impôs desde a infância e que ele sempre aceitou, sem medos. No documentário “Rubem Alves – O professor de espantos”, conhecemos um pouco da vida deste educador: seus sonhos, ideias e realizações e também as interrogações diante do envelhecer. Considerado um dos maiores pensadores contemporâneos da educação no Brasil, o “jardineiro” Rubem Alves semeia ideias tão “revolucionárias” que acabam, por um lado, provocando a crítica e o desprezo de muitos setores da intelectualidade brasileira e, por outro, conquistando a cumplicidade de todos os que são apaixonados pela Educação. “Rubem Alves, o professor de espantos” tem direção de Dulce Queiroz e compõe mais um episódio da série Memórias, da TV Câmara."


Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/MEMORIAS/434311-RUBEM-ALVES,-O-PROFESSOR-DE-ESPANTOS.html

Fique por dentro!


O que é o Plano Nacional de Cultura?

O Plano Nacional de Cultura (PNC) é um conjunto de princípios, objetivos, diretrizes, estratégias e metas que devem orientar o poder público na formulação de políticas culturais. Previsto no artigo 215 da Constituição Federal, o Plano foi criado pela Lei n° 12.343, de 2 de dezembro de 2010. Seu objetivo é orientar o desenvolvimento de programas, projetos e ações culturais que garantam a valorização, o reconhecimento, a promoção e a preservação da diversidade cultural existente no Brasil.

Qual o prazo de vigência do Plano Nacional de Cultura?

O Plano tem duração de 10 anos, ou seja, ele é válido até 2 de dezembro de 2020.

Quais os eixos norteadores do Plano Nacional de Cultura?

O Plano baseia-se em três dimensões de cultura que se complementam: a cultura como expressão simbólica; a cultura como direito de cidadania; a cultura como potencial para o desenvolvimento econômico. Além dessas dimensões, também se ressalta no PNC a necessidade de fortalecer os processos de gestão e participação social.
Esses tópicos estão presentes nos seguintes capítulos do Plano:
(i) Do Estado,
(ii) Da Diversidade,
(iii) Do Acesso,
(iv) Do Desenvolvimento Sustentável, e
(v) Da Participação Social.
Além disso, o Plano é composto de 36 estratégias, 275 ações e 53 metas.

Como o Plano Nacional de Cultura será realizado?

O Ministério da Cultura (MinC) estabeleceu 53 metas, e a lei que estabelece o Plano Nacional de Cultura (PNC) prevê a criação de um comitê executivo para acompanhar a revisão das diretrizes, estratégias e ações do Plano. Esse comitê deverá ser composto de representantes:
do poder Legislativo; 
dos estados e das cidades que aderirem ao Sistema Nacional de Cultura (SNC); 
do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC);  
do Ministério da Cultura (MinC). 
O Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) também terá papel fundamental na realização do PNC, pois reunirá dados sobre as políticas culturais. Para que seja posto em prática, o Plano depende da adesão dos estados e das cidades, o que será feito por meio do SNC. Os estados e as cidades que aderirem ao Sistema deverão elaborar planos de cultura e poderão contribuir para que se alcancem as metas do PNC.

Como minha cidade ou meu estado pode aderir ao Plano Nacional de Cultura?

O Sistema Nacional de Cultura (SNC) será a ponte entre o Plano Nacional de Cultura (PNC), estados, cidades e o Governo Federal. O Sistema estabelece mecanismos de gestão compartilhada entre estados, cidades, Governo Federal e a sociedade civil para a construção de políticas públicas de cultura.A adesão ao SNC é voluntária e poderá ser realizada por meio de um Acordo de Cooperação Federativa. Ao aderir ao SNC, o estado ou a cidade deve elaborar um plano de cultura: documento que reúne diretrizes, estratégias e metas para as políticas de cultura naquele território por um período de dez anos. Assim, pode receber recursos federais para o setor cultural e assistência técnica para a elaboração de planos, bem como ser incluído no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC).Se seu estado ou sua cidade ainda não aderiu ao PNC, é preciso entrar em contato com o responsável pela Cultura na prefeitura ou no governo do estado. O órgão do Ministério da Cultura (MinC) responsável pela adesão é a Secretaria de Articulação Institucional (SAI).

Para saber mais sobre o PNC, acesse:

Que tal começar o ano sustentável????


Sustentabilidade é todo desenvolvimento que não prejudica nem compromete o futuro do planeta.



Práticas Sustentáveis para o Dia-a-Dia:

Passo 1
O que fazer: Para que a sustentabilidade aconteça é necessário um conjunto de ações que abrangem aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais.
Passo 2
O que fazer: Um empreendimento sustentável deve ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Passo 3
O que fazer: Parece muito difícil, mas não é. Muitos países, empresas e pessoas já fizeram da sustentabilidade uma realidade.

Passo 4
O que fazer: Ações concretas de sustentabilidade podem começar em sua casa ou em qualquer outro lugar.

Passo 5
O que fazer: Você pode reciclar o lixo, economizar água e energia, consumir marcas e produtos que se preocupam com o meio ambiente.

Passo 6
O que fazer: Incentivar a preservação da natureza, sugerir mudanças pessoais a seus amigos e outra atitudes.

Passo 7
O que fazer: A sustentabilidade é possível e começa com a decisão de amenizar nosso impacto ambiental e garantir a qualidade de vida em nosso planeta.



Política, música e futurologia por Gilberto Gil.





Acha importante a eleição de Joaquim Barbosa para a presidência do Supremo?

Acho sim, claro. Uma das questões que vêm sendo discutidas no Brasil é a presença de negros em postos importantes do País. Quando eu fui para o ministério, um dos temas era esse também. Quando Pelé foi para o ministério. Juízes negros, professores negros, empresários negros. Terça-feira mesmo estive com Condoleezza (Rice), ela fez uma palestra aqui ontem. É interessantíssima, uma pessoa muito qualificada. Ela agora dá aulas de Relações Internacionais em Stanford, em Palo Alto, que é de onde veio. Quando ministra, era secretária de Estado e fez uma visita à Bahia. Levei-a à Igreja do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, com um bando de artistas, Carlinhos Brown, Margareth Menezes. Ela adorou, ficamos amigos. Sempre que vou aos Estados Unidos nos falamos. Como estava aqui, ela pediu ao Nizan (Guanaes) que me convidasse para ir vê-la.




Você viu que foi aprovado o Vale Cultura na Câmara dos Deputados, um projeto que você iniciou quando era ministro da Cultura?

Vi. Fico satisfeito, porque são projetos que merecem ser retomados, tinham uma certa acolhida da sociedade. Nós tínhamos criado um diálogo interessante com uma bancada de apoio à cultura, cerca de 300 deputados e 30, 40 senadores envolvidos. Havia toda uma construção que Marta Suplicy está demonstrando interesse em retomar.

Um interlocutor do ministério no governo, naquele momento, era o José Dirceu. Como vê o caso dele?

O Dirceu foi um interlocutor importante. Acompanhou todo o processo. Mais recentemente, já no decorrer do julgamento do mensalão, ele esteve em minha casa na Bahia e também na minha casa no Rio. Tenho um apreço pelo José Dirceu, sinto muito tudo isso que aconteceu com ele. Mas, ao mesmo tempo, na medida em que essas questões passaram a ser apuradas, investigadas, etc., etc., acho muito natural que exista um tribunal que se disponha a julgar e a dar um epílogo a tudo. É o que está acontecendo.



Prêmio Culturas Populares 2012


Os interessados em participar da edição 2012 do Prêmio Culturas Populares terão um bom prazo para preparar a documentação que será necessária em todo o processo de inscrição das propostas e outras questões relacionadas ao concurso.
As inscrições para o edital instituído pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC),  estarão abertas a partir de 2013, no período de 5 de janeiro a 5 de abril.  O grande homenageado da atual edição é o ator, produtor e cineasta Amácio Mazzaropi, que completaria, neste ano, 100 anos.
Serão destinados 170 prêmios para Mestres, mais 170 prêmios para Grupos/Comunidades e 10 prêmios para Mestres in memoriam. Ao todo serão premiadas 350 iniciativas e o investimento total será de R$ 5 milhões.
São objetivos da premiação: fortalecer as expressões das culturas populares brasileiras; identificar, valorizar e dar visibilidade às atividades culturais protagonizadas por Mestres e Grupos/Comunidades e às estratégias de preservação de suas identidades culturais; incentivar a participação plena e efetiva dos Mestres e Grupos/Comunidades na elaboração, execução e avaliação de projetos, atividades, ações e iniciativas que envolvam as culturas populares por eles cultivadas, dentre outros.
Participação
Poderão participar do edital iniciativas que envolvam as expressões das culturas populares brasileiras, como ações e trabalhos, individuais ou coletivos, que fortalecem as expressões culturais populares, contribuindo para a sua continuidade e para a manutenção dinâmica das diferentes identidades culturais no Brasil.
Também poderão ser inscritos no concurso projetos que desenvolvam atividades de retomada de práticas populares em processo de esquecimento e difusão das expressões populares para além dos limites de suas comunidades de origem, em todas as suas formas e modos próprios como religião; rituais e festas populares; arte popular; mitos, histórias e outras narrativas orais.
Criado em 2007, o prêmio chega à sua quarta edição, somando 695 iniciativas premiadas em todo o país com um investimento total de R$ 6,9 milhões, sempre reconhecendo a atuação exemplar de Mestres e de Grupos/Comunidades praticantes de expressões das culturas populares brasileiras e fortalecendo essas expressões.
Amácio Mazzaropi (1912-1981) teve uma infância pobre. Começou a atuar na cidade de Taubaté (SP) em 1931 e, em 1942 montou a Troupe Companhia Amácio Mazzaropi, passando a viajar pelo interior do país com um pavilhão – um barracão de tábuas corridas, coberto de lona, com cadeiras e bancos de madeira para a plateia – chamado de Teatro de Emergência.
Ao todo, foram 32 filmes realizados pelo artista, que faleceu aos 69 anos, em São Paulo. Dentre os principais filmes estrelados por Mazzaropi estão: A Carrocinha (1955); O Gato da Madame, Fuzileiro do Amor e o Noivo da Girafa (1956); Chico Fumaça e Chofer de Praça (1958); Jeca Tatu e Pedro Malasartes (1959).
Informações
As inscrições para o edital poderão ser realizadas pela internet, por meio do Sistema SalicWeb, ou por via postal, sendo necessário, em ambos os casos, encaminhar a documentação e anexos exigidos pelo edital, para o endereço que consta no edital.
Dúvidas e informações referentes ao concurso poderão ser esclarecidas e/ou obtidas junto à SCDC/MinC, por meio do endereço eletrônico: culturaspopulares@cultura.gov.br
O edital do Prêmio Culturas Populares 2012 foi publicado no Diário Oficial da União (Seção 3, págs. 23 a 26), no dia 5 de novembro.
(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Fotos: Divulgação/Site oficial de Mazzaropi)
Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2012/11/23/premio-culturas-populares-2012-2/


M. Dias Branco é a maior empresa do Ceará

As melhores e maiores empresas cearenses foram conhecidas ontem à noite durante a solenidade de entrega do Prêmio Delmiro Gouveia. Cerca de 300 empresas participaram do Prêmio, que é realizado pela Fundação Demócrito Rocha e Grupo de Comunicação O POVO.

Coube ao setor industrial o prêmio máximo de reconhecimento do empreendedorismo cearense. A maior empresa do Ceará, escolhida dentre os critérios de avaliação do Prêmio Delmiro Gouveia, é a M. Dias Branco. O anúncio foi recebido com aplausos pelo público de laureados, políticos e empresários que comparecerem à cerimônia realizada, ontem à noite, no La Maison.
A empresa do cearense Ivens Dias Branco, que no ano passado tinha alcançado a quarta colocação dentre as maiores do Prêmio, atingiu a melhor pontuação entre as quase 300 empresas participantes da 12ª edição do Prêmio, que é realizado pela Fundação Demócrito Rocha e Grupo de Comunicação O POVO.
O grande premiado da noite recebeu o troféu de maior empresa do Ceará das mãos da presidente do Grupo O POVO, Luciana Dummar. “Eu acho que é um reconhecimento para nós. Só nos resta ficar muito honrados e muito agradecidos”, declarou Ivens Dias Branco. 
Durante a cerimônia de premiação, a presidente do O POVO, Luciana Dummar, frisou a importância do empreendedorismo cearense. No discurso, ela lembrou a iniciativa pioneira do pai, o jornalista Demócrito Dummar, ao criar o Prêmio Delmiro Gouveia, em 2001. “Ele foi um empresário visionário, um homem preocupado com os destinos do Ceará, e um jornalista em dia com o seu tempo. Demócrito Dummar, meu pai, foi um ser iluminado por Deus e, por isso mesmo, profundamente humano”, destacou Luciana Dummar. 
Ela também apontou as grandes tarefas que irão desafiar o Ceará daqui pela frente, como a construção do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) e a realização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo. Além disso, a presidente do Grupo O POVO enfatizou a importância das empresas cearenses para o desenvolvimento do Estado e do País. 
“Eu tenho certeza de que, mesmo com as dificuldades que sempre enfrentamos, mesmo com as pequenas turbulências que estamos passando na economia, o empresariado cearense está pronto para continuar dando a sua contribuição ao País”, declarou Luciana.

Festival de Teatro em Barbalha


Teve início no último sábado (24) o Festival de Teatro Barbalha Cênica no Centro de Barbalha .
O  Barbalha Cênica é um evento voltado para as artes Cênicas, surgiu no ano de 2000. O Grupo de Teatro Louco em Cena viu a importância de realizar este evento, com a proposta de fomentarmos o teatro, onde através da integração de grupos, artistas, e apreciadores, pudessem ter o fortalecimento das expressões teatrais dentro da comunidade e região; podendo assim surgir novos talentos e novas plateias para a produção teatral.
Esta iniciativa começou com uma exposição de fotografia e apresentações de esquetes nas praças publicas da cidade de Barbalha, hoje contamos com varias oficinas de teatro e a cada evento tem se percebido o crescimento do Barbalha Cênica, contamos hoje com oficinas de iniciação ao teatro, perna de pau, teatro de boneco, noções de direção teatral, maquilagem cênica, como também a realização de um cortejo e apresentações de espetáculos teatrais.

Confira o que ainda está por vir:
Quarta Feira dia 28/11/2012:         
O Barquinho            
Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: Livre
Grupo Centauro de Teatro
 Quintal do Mundo   
Praça Filgueira Sampaio (antigo Calçadão)
Horário: 20h / Classificação: Livre

Quinta Feira dia 29/11/2012           
O Menino Fotógrafo           
Local: Alternativo
Horário: 20h / Classificação: 12 anos
Grupo: Ninho de Teatro – Crato-CE
Engenharia Cênica – Barbalha-CE
 Retrato de Mulher
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: 16 anos
Grupo: Dakini Cia. de Dança e Teatro – Juazeiro do Norte-CE

Sexta Feira dia 30/11/2012:
Amor Sublime
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 15h / Classificação: Livre
Grupo: Escola Moreira de Sousa – Juazeiro do Norte-CE
 Pingado de Nós
Local: Secretaria de Cultura
Horário: 20h / Classificação: 16 anos
Grupo: Produção independente (Joaquina Carlos)
 O Hospede               
Local: Cine Teatro Neroly Filgueira
Horário: 19h / Classificação: 16 anos
Grupo: Mandacaru de Artes Eventos – Juazeiro do Norte-CE

Sábado dia 01/12/2012:
Retalhos de Minha Terra        
Local: Praça Santa Terezinha (Prefeitura de Barbalha)
Horário: 9h / Classificação: Livre
Grupo: Teatro Louco em Cena – Barbalha-CE
 Cortejo Teatral (Ruas da cidade de Barbalha)
Horário: 15h / Local: Concentração – Praça da Estação
 A Megera Domada       
Local: Secretaria de Cultura e Turismo de Barbalha
Horário: 19h / Classificação: Livre
Grupo: Cia. Cícera de Experimentos Cênicos– Juazeiro do Norte
 Quando as Galinhas Gemem
Local: Secretaria de Cultura
Horário: 20h / Classificação: 16 anos
Direção: Rafael Barbosa
 Roteiros Poéticos                     
Local: Praça Filgueira Sampaio (antigo Calçadão)
Horário: 22h / Classificação: Livre
Grupo: Roteiros Poéticos – Juazeiro do Norte-CE
Barbalha Online

Fonte:http://www.crato.org/chapadadoararipe/2012/11/28/festival-de-teatro-teve-inicio-esta-semana-em-barbalha-confira-programacao/